1) A economia indígena é caracterizada por ser essencialmente comunitária, pois representada pela inexistência de excedentes, de trocas e de lucro, enfim de qualquer propriedade individual no sentido liberal capitalista. a) V b) F 2) A economia colonial é essencialmente capitalista, mercantilista, colonialista, na qual a metrópole explora e tem monopólio sobre a colônia. a) V b) F 3) Do ponto de vista europeu, os povos nativos brasileiros eram sem nada: sem fé, sem lei, sem rei e sem escrita. Portanto, essas premissas levam à conclusão do caráter selvagem, animal e primitivo dospovos originários. a) V b) F 4) Além de não apresentarem leis, os indígenas eras "desobedientes", ou seja, não reconheciam as autoridades tradicionais da cultura portuguesa e europeia: o pai, o estado e a igreja. a) V b) F 5) Ao contrário da cultura europeia pós feudal, na qual a monarquia [rei] foi responsável pela contralização do poder, a cultura indígena nativa brasileira era mais democrática, pois cada maloca tinha seu chefe familiar que, na aldeia, reuniam-se coletivamente com o chefe principal e discutiam a melhor solução possível. a) V b) F 6) Os invasores europeus conseguiram entender e imitar a possibilidade da existência de um povo sem lei, sem rei e sem fé e que, mesmo assim, tinha paz e sossego, sendo a relação dos cristão portugueses com os muçulmanos e protestantes um exemplo dessa imitação pacífica e tolerante. a) V b) F 7) O trabalho é uma das principais diferenças entre os não indígenas e indígenas. Para os primeiros, o trabalho se organiza com base no critério da idade e do sexo; já para os segundos, com base na divisão social do trabalho especializada, científica e técnica. a) V b) F 8) No início da história territorial brasileira, as potências europeias da Inglaterra e da Holanda disputaram entre si o domínio das novas terras, o que se materializou em diversos documentos eclesiásticos e jurídicos iniciais [tratad de methuen e convenção de londres]. a) V b) F 9) A exploração inicial do pau-brasil pode ser comparada com a atual privatização administrativa, pois o direito de exploração e extração era competência do rei dada definitivamente aos investidores. a) V b) F 10) As capitanias hereditárias foram uma estratégia metropolitana holandesaesa de tomar posse do território brasileiro baseada na transmissão dos riscos do investimento aos privados [capitães donatários soberanos] que tinham seus direitos e deveres determinados em ordenações filipinas, manuelinas e afonsinas da companhia das índias ocidentais. a) V b) F 11) O governo-geral foi uma estratégia metropolitana portuguesa de comandar o território brasileiro baseada na definição de uma organização política, administrativa e jurídica que não fosse privada e nem absoluta [soberana] como os capitães donatários, mas sim na definição de uma autoridade subordinada chamada de governador. a) V b) F 12) A descoberta do ouro colonial brasileiro salvou Portugal da crise econômica, obrigando a metrópole a implantar um "governo especial" [intendência de minas] diferente do governo geral, pois o superintendente deveria defender os interesses da coroa e cobrar o quinto do ouro nas casas de fundição. a) V b) F 13) O principal erro colonial de Portugal foi o de simplesmente transpor e copiar o modelo institucional metropolitano e implantá-lo à força na colônia, sem levar a realidade do novo mundo em consideração. a) V b) F 14) É correto dizer que a invasão holandesa do Brasil se originou de uma briga religiosa entre a União Ibérica católica e seu domínio exploratório dos Países Baixos protestantes e calvinistas. a) V b) F 15) A inconfidência mineira foi uma revolta originada em reação à prática da derrama pela coroa portuguesa, ou seja, que determinava o pagamento de tributos em uma quantidade anual pela capitania e, se não alcaçada, cada habitante da capitania deveria pagar, num claro viés extorsivo e abusivo. a) V b) F 16) A vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial foi resultante de um contexto geopolítico no qual o poder da Espanha e de Portugal foi substituído pelo da França e da Inglaterra, com destaque para a expansão territorial nazista de Hitler. a) V b) F 17) A vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial foi determinada pelo Tratado de Tordesilhas em Londres em que se determinou, dentre outras medidas, a escolta francesa até a costa brasileira e a abertura dos portos aos produtos mundiais, sobretudo os napoleônicos. a) V b) F 18) Com a chegada da família real portuguesa no Brasil, duas consequências principais ocorreram: primeiro, o fim do governo-geral; segundo, o caso inédito e paradoxal de uma corte que se torna nativa colonial. a) V b) F 19) A vinda das capitanias hereditárias ao Brasil colonial significou a consolidação de três liberdades: dos portos, do comércio e das manufaturas [indústria]. a) V b) F 20) A vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial significou o fim do colonialismo [Espanha], mas, em contrapartida, o início do imperialismo [dos Estados Unidos da América]. a) V b) F 21) A vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial significou o início muito tímido da industrialização brasileira [têxtil e metalúrgica] a) V b) F 22) Os obstáculos à industrialização brasileira com a vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial são dois: a escravidão e a concorrência da Inglaterra já em plena revolução industrial. a) V b) F 23) Com a vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial, ocorre uma sobreposição impositiva do modelo institucional do velho mundo ao novo mundo, resultando num aparato estatal extremamente desconectado com a realidade nativa. a) V b) F 24) Mesmo com a vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial, a contradição entre medidas liberais e monopolistas [mercantilistas] levam à luta pela independência do Brasil. a) V b) F 25) Segundo a autora Flávia Castro, a maior anomalia jurídica colonial foi a existência do chamado "juiz conservador da nação britânica", isto é, um juiz luso-brasileiro, regido por leis lusitanas, escolhido por ingleses residentes no Brasil e que teria como principal ação a de julgar causas que envolvam os ingleses. a) V b) F 26) Com a vinda da família real portuguesa ao Brasil colonial, o país deixa de ser colônia, mas, ao mesmo tempo, ainda não é independente, ficando num limbo de "não-se-sabe-o-quê" jurídico que acaba apenas quando é considerado uma República Federativa. a) V b) F 27) A consideração do Brasil como uma República Federativa Constitucional tem três consequências: [1] igualar o Brasil à Coroa portuguesa; [2] jamais perder tal status; e [3] jamais se tornar colônia novamente. a) V b) F
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