Não adianta lamentar, a morte da bezerra, Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher, A esperança, é a última que morre, Pau que nasce torto, nunca se endireita, Amigos amigos, negócios à parte, Um dia da caça, outro do caçador, Aguas passadas, não movem moinhos, O pior cego, é o que não quer ver, Quem ri por último, ri melhor, Filhos criados, trabalhos dobrados

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