1) De acordo com nossos estudos sobre as navegações no século XV, um dos motivos do pioneirismo português foi: a) Portugal foi o primeiro país europeu a possuir uma monarquia centralizada, estabilidade política para investir em navegações. b) A invenção do rádio, o que facilitou a comunicação entre os marinheiros. c) As constantes guerras de reconquistas e batalhas contra a França, trazendo lucros para a coroa portuguesa. d) A criação da Universidade Marítima de Lisboa (UML), onde formavam os capitães das naus com forte conhecimento científico e das cartas náuticas. 2) Para velejar em alto-mar os europeus daqueles tempos enfrentaram perigos reais e imaginários. Um dos perigos imaginários era: a) A medusa, a mulher com cabeça de serpentes que congelava os navios e marinheiros que tivessem escutado seu canto.  b) A crença de que a terra era achatada e que aquele que se afastasse muito do litoral cairia num abismo, e de que o mar era habitado por monstros terríveis. c) A guerra contra os povos indígenas da América, onde poderiam resistir ao avanço dos navios europeus. 3) De acordo com nossos estudos, as principais mudanças que marcaram o contexto do Renascimento na Europa foram: a) O desenvolvimento da energia a vapor, favorecendo a Revolução Industrial e o contato com outros povos. b) A Guerra dos Cem Anos, trazendo o contato cultural entre franceses e ingleses. c) O Iluminismo, trazendo ideias questionadoras contra do Antigo Regime e o poder do Rei e da Igreja. d) Aumento da produção de alimentos, o crescimento do comércio com o Oriente, o aparecimento das feiras e das casas bancárias e o revigoramento das cidades. 4) Os artistas do Renascimento introduziram inovações técnicas que marcaram a história da arte. Uma delas foi: a) Técnica da mudança de cores com a luz da Lua, através da química. b) O domínio da perspectiva, técnica que permite transmitir a sensação de profundidade. c) O desenvolvimento plano, através de uma linha, os artistas conseguiam fazer a técnica da terraplanagem. d) Técnica pluviométrica, com a química e o conhecimento geométrico, conseguia fazer mares e rios se movimentarem nas obras artísticas renascentistas. 5) Antes de Lutero, os primeiros reformadores, Jon Wycliff e Jan Huss, foram condenados pela igreja como heréticos. Quais eram suas críticas contra a Igreja e o clero que os levaram a serem punidos pela igreja? a) criticavam a sede da igreja Católica em Roma, queriam a descentralização do papado. b) criticavam as imagens de santos e a salvação da alma pelas boas ações. c) condenavam as vendas de objetos sagrados, a simonia, mas não criticavam as indulgências, vendas de perdões. d) criticavam o luxo do alto clero, a corrupção dentro da igreja, e a falta de instrução dos sacerdotes. 6) Em 1517, na região onde hoje é a Alemanha, um monge de nome Martinho Lutero revoltou-se contra a: a) venda de indulgências, isto é, a venda de perdão, e defendeu a salvação da alma apenas pela fé. b) forma como a igreja defendia a escrita da Bíblia, apenas em latim. c) prática da igreja de punir os heréticos na fogueira. d) crença da Igreja católica onde as almas salvas para o paraíso estavam predestinadas, antes mesmo do nascimento, não importando a fé da pessoa. 7) Entre os fatores que favoreceram o absolutismo na Europa, entre os séculos XV e XVIII, destacam-se: a) O aperfeiçoamento da imprensa b) A Reforma Protestante c) A política de caça às bruxas d) Todas as afirmativas estão corretas. 8) Jacques Bossuet em seu livro “Política” ele desenvolveu a doutrina do direito divino dos reis, sobre qual o poder do soberano expressava a vontade de Deus, sendo assim o poder monárquico sagrado, divino, movido pela... a) Razão b) Riqueza c) Ilusão d) Fé 9) As monarquias absolutistas europeias adotaram um conjunto de ideias e práticas econômicas que, mais tarde, foram chamadas de mercantilismo. Nesse contexto, absolutismo e mercantilismo caminham juntos; são duas faces da mesma moeda. Considerando tal informação, assinale a alternativa que apresenta as características do mercantilismo. a) Foi uma política econômica, especificamente ibérica, de defesa de seus interesses coloniais e de exploração do trabalho dos camponeses europeus, que passaram a pagar cada vez mais impostos ao papa. b) Foi um conjunto de ideias e práticas econômicas que as monarquias absolutistas europeias adotaram, com forte intervenção do Estado na economia para enriquecer e fortalecer os estados nacionais modernos. c) Consistiu em um conjunto de práticas e ideias religiosas baseadas em princípios cristão, defensores das livres práticas comerciais entre os diversos países. d) Foi um movimento do século XVII que defendia a mercantilização de indulgências e relíquias sagradas e condenava a intervenção do Estado na economia. 10) Para dar início à exploração econômica e colonização da América portuguesa, o rei de Portugal tinha alguns desafios, entre os quais podemos destacar: a) O produto escolhido foi o café, produzido no nordeste com mão-de-obra indígena e havia boas razões para essa escolha, visto a qualidade do solo.  b) Escolher o produto que seria usado para impulsionar o aproveitamento econômico da terra; buscar capital para financiar a produção; e conseguir mão de obra adequada ao trabalho.  c) Os portugueses já produziam açúcar nas ilhas da Madeira e Cabo Verde e então escolheram o algodão para iniciar a colonização brasileira.  d) O açúcar não alcançava bons preços na Europa e desse modo, os portugueses optaram por manter a exploração do pau-brasil. 11) Havia três boas razões para escolher o açúcar para impulsionar o aproveitamento econômico da terra na América portuguesa, entre eles podemos destacar: a) Nos primeiros engenhos foram aproveitadas as experiências de holandeses, italianos e franceses na produção de cana-de-açúcar na Ásia.  b) Quanto à mão de obra, a monarquia portuguesa autorizou o governo-geral a promover “guerras justas” contra os indígenas a fim de libertá-los da escravidão.   c) Da Europa e da Ilha da Madeira vieram as mudas e os profissionais capacitados para trabalhar no Engenho do Governador Martim Afonso de Sousa, em São Vicente (SP). d) O solo, o clima do litoral nordestino; os portugueses já tinham produzido açúcar nas ilhas da Madeira e Cabo Verde; o açúcar alcançava bons preços na Europa. 12) Os iluministas opunham-se ao conhecimento baseado na “autoridade” e na “tradição” e propunham a busca de um novo conhecimento baseado na razão. Opunham-se aos privilégios da nobreza e do clero, à intolerância religiosa e à falta de liberdade. De acordo com nossos estudos sobre o Iluminismo, o contexto que fez surgir esse movimento filosófico está relacionado com a política do: a) Antigo Regime, poder absolutista do rei e privilégios da nobreza e clero. b) Capitalismo e mobilidade social. c) Comunismo e lutas de classes entre proletários e burgueses. d) Feudalismo, descentralização do poder nas mãos dos senhores feudais e poder da Igreja. 13) Iluminismo, ou Ilustração, foi um movimento de ideias, desenvolvido na Europa nos séculos XVII e XVIII, que ainda influencia a atualidade. O nome Iluminismo deriva do fato de os homens, que criaram esse movimento, verem a si mesmos como os defensores da luz (razão) contra as trevas (tradição e autoridade). Sobre esse assunto, é possível afirmar que o Iluminismo era contra o conhecimento baseado na: a) ciência, na experimentação e no método.  b) autoridade e na tradição, propondo a busca de um novo conhecimento baseado na razão. c) no trabalho científico e na observação. d) filosofia, na reflexão, no uso da razão contra o conhecimento da tradição e autoridade. 14) Rousseau acreditava na ideia de que o ser humano nasce bom, mas a sociedade o corrompe. Por isso, para Rousseau, as crianças deviam viver durante o maior tempo possível em seu estado “natural” de inocência. Rousseau é considerado um dos principais filósofos do Iluminismo. Nesse contexto, ele defendeu a ideia de que a vontade geral é: a) Corrupta, pois os homens são maus. b) Soberana, pois só o povo é soberano. c) Discutível, porque o povo não tem certeza do que quer. d) Vaidosa, porque o povo não sabe administrar a riqueza do país. 15) O jurista francês Charles-Louis de Secondat, Barão de Montesquieu (1689-1755), não se contentou apenas em apontar problemas da sociedade em que vivia. Apresentou também soluções para resolvê-los. A teoria da divisão dos poderes foi inspirada nas ideias iluministas. Mas qual foi o objetivo dessa proposição da divisão dos poderes? a) Montesquieu era favorável ao absolutismo e o objetivo de sua teoria era propor uma mudança no iluminismo da época. b) O objetivo da divisão dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) está em não concentrar o poder e que cada um seja o supervisor do outro.  c) O objetivo era um sistema político onde o monarca tinha o poder concentrado em suas mãos, isto é, governava de maneira absoluta. d) Montesquieu defendia a teoria da tábula rasa, onde a mente humana seria uma folha em branco, que se preencheria com a experiência. 16) A importância da sistematização dos conhecimentos modificou a forma como passamos a compreendê-los. “No século XVIII, por fazer sérias críticas aos reis absolutistas e à Igreja, a obra chegou a ser proibida e retirada de circulação pelas autoridades francesas”. A obra a que a frase anterior se refere é: a) A República de Platão e Rousseau, obra que estuda a política. b) O Leviatã, de Thomas Morus, sobre o poder do Rei e a importância do absolutismo. c) O capital, de Karl Marx, obra sobre críticas do Antigo Regime. d) A Enciclopédia, de Diderot e D’Alembert, obra que em 35 volumes buscava apresentar o conhecimento humano produzido ao longo da história. 17) O Mercantilismo foi um conjunto de práticas econômicas, adotadas por países europeus entre os séculos XV e XVIII, juntamente ao período das Grandes Navegações. Marcou o fim do feudalismo. Aponte qual a principal característica do mercantilismo. a) As ideias fisiocratas. b) A busca incessante pelo lucro. c) A intervenção do governo na economia.  d) A divisão dos bens e propriedades com toda a sociedade. 18) Para Quesnay, quais eram os eixos fundamentais para a observarmos os indivíduos úteis na sociedade? a) Ele afirmava que a indústria apenas transformava a matéria. Assim, os indivíduos mais úteis à sociedade seriam os grandes proprietários e os fazendeiros. b) A busca incessante pelo lucro a partir da venda de produtos artesanais e manufaturados. c) Ele afirmava que a indústria não transformava a matéria em bens de consumo. Acreditava que as coisas mais importantes para a sociedade industrial eram as máquinas. d) A divisão dos bens e propriedades com toda a sociedade.

Avaliação on-line: História | 1º Trimestre | Parte 01 | Profº Claudinei | 8º Ano

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