Jesuítico, missioneiro e reducionista são palavras sinônimas. Elas se referem às regras internas da ordem religiosa da Companhia de Jesus na Europa., V, F, A colonização e a colonialidade se referem às práticas violentas [diretas e indiretas] feitas pelas autoridades em nome do poder político, religioso, econômico, jurídico, etc., V, F, A relação entre os jesuítas, os indígenas e os bandeirantes era pacífica, pois os últimos protegiam os primeiros nas missões., V, F, A vida nas missões era totalmente regulada, disciplinada. A fonte principal desse fato é a carta magna das missões, o principal documento de uniformização desses povoados religiosos de evangelização., V, F, No contexto das missões, havia apenas a carta magna como documento principal que servia como fonte jurídica, sendo aplicado de forma dogmática pela autoridade religiosa., V, F, Toda uma hierarquia de autoridades existia nas missões, desde o rei e o papa até o mestre músico. No entanto, a autoridade máximo nas missões era o padre cura, auxiliado pelo padre companheiro., V, F, As instâncias judiciais máximas nas missões eram os juízes e o governador provinciano, com exclusão dos padres e do alcaides da juridição civil., V, F, Para evitar o aprofundamento das relações entre os padres [cura e companheiro] e os nativos indígenas, a política oficial colonial jesuítica era a do constante rodízio nessas funções., V, F, A hermenêutica flexível e adaptativa dos jesuítas nas missões tem sua origem na sua relação íntima com o direito do rei [público] e com o papa [canônico]., V, F, A violência cultural religiosa feita nas missões é exemplificada em três ocasiões: primeiro, a família, com a substituição da poligamia pela monogamia; segundo, a bebida, com a substituição da alcoólica ''chicha'' pelo mate; e terceiro, a religião, com a substituição do animismo politeísta pelo fundamentalismo dogmático do monoteísmo., V, F.

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